INVICTUS

Recomendei, alguns domingos atrás, às pessoas de nossa igreja assistirem a este filme, para discutirmos e analisarmos um erro. Bem, algumas pessoas até me procuraram, mas não tivemos o momento de discussão. Permita-me então, dar minha breve opinião sobre este filme.

Confesso que quando assisto a um filme de Clint Eastwood, já sei que verei algo neste filme: violência. Todos os filmes dele tem a violência como uma temática, seja física, seja contra mulher, contra criança, contra outra raça e como neste filme começa a demonstrar, contra cor.

O filme começa mostrando justamente o contraste de crianças brancas jogando Rúgbi e as negras jogando futebol. É neste contexto que o presidente, até pouco tempo chamado de terrorista por lá, Nelson Mandela, assume. Ele vê no Rúgbi uma chance de unir esta nação já que a copa do mundo se daria justamente na África do Sul. Ele percebeu com muita tristeza, que os sul-africanos torciam para quem jogava contra o time local, logo a tarefa não seria nada fácil. Diante de tudo isso, ao conversar com o capitão do time, ele revela, até como estímulo, o que sustentava sua vida e fazia com que ele deixasse sua sanidade no lugar na prisão: um poema chamado Invictus que entre seus versos, destacam-se “ Eu sou o mestre do meu destino, Eu sou o comandante da minha alma.”

Ora, é ali naquele momento que você entende que se tudo o que ele fez e faz, for realmente baseado nisto, deflagra-se a principal das violências: contra o Senhor Jesus. Veja: quando vi o filme pela primeira vez, me deixou emocionado ver aquela conquista, mas ao vê-lo de novo, já fiquei triste ao perceber esta violência. Como grandes feitos se tornam vazios, pois são apenas frutos da vaidade. Ali foi conquistado um feito notável, unir uma nação, mas qual a mola para tal? Vaidade, o fato de que quem manda em sua vida é você mesmo.

Cristo pôs isso a prova ao morrer em uma cruz por nós, ao mostrar que para ele ser o comandante e mestre de nossas almas, não foi apenas porque ele pode, mas porque ele se sacrificou, cumpriu toda a lei para tal. O ídolo da vaidade, do reconhecimento, sempre vai nos assombrar, pois assim como no filme, seja por fim ou por base, a vaidade vai estar lá.

Que diferentemente do filme, possamos falar, eu não sou o mestre do meu destino, eu não sou o comandante da minha alma, mas alguém muito maior, mais capacitado e na verdade o único capaz de fazer: Cristo.

Em cristo, o verdadeiro capitão de nossas almas.

Pr. Léo

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